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O consórcio do THINK foi construido de forma a fornecer gratuitamente,
durante os primeiros 6 meses(*), aos teletrabalhadores deficientes toda a infraestrutura de trabalho de que necessitam para operar na área de trabalho da sua preferência, de forma a que tivessem unicamente de preocupar-se com a prestação do serviço. A
PT Comunicações disponibiliza a infra-estrutura de telecomunicações, a HP disponibiliza o hardware (computador, scanner, impressora, modem, zip drive), a MICROSOFT fornece o software, a TELEPAC fornece o serviço de Internet, a EDSON/FCB contribuiu com o serviço de publicidade e marketing, o DIÁRIO DE NOTÍCIAS é responsável pela comunicação do projecto, a PRICEWATERHOUSECOOPERS com a área de recrutamento e selecção dos teletrabalhadores e a RUMOS com toda a formação online dos teletrabalhadores envolvidos. À
TELEMANutenção cabe fornecer toda a formação inicial e contínua para o serviço, fornecer o sistema de organização e coordenação do teletrabalhador e conseguir os clientes para cada serviço de forma a gerar um fluxo de trabalho estável e agradável ao teletrabalhador. O apoio material assume a forma de um apoio semente, válido para os primeiros seis meses a partir do início de prestação do serviço, período após o qual o teletrabalhador deverá ter adquirido as competências próprias para iniciar o regime autónomo de trabalho.
Todos os teletrabalhadores serão encorajados a continuar a colaboração com a TELEMAN depois do horizonte temporal do projecto. Existem três níveis de competências para cada área de serviço: teletrabalhador, Team Manager e Project Manager. Esta hierarquia oferece perspectivas de carreira atractivas para todos os participantes no projecto.
A estrutura de coordenação da TELEMAN trabalha “lado-a-lado” com os teletrabalhadores envolvidos no projecto, procurando assegurar o melhor desenvolvimento para os teletrabalhadores do THINK, seja sob a forma de reuniões, formação online ou supervisão pessoal das operações e procedimentos de gestão. Este apoio torna-se fundamental na aquisição de competências e autonomia que se pretende sejam adquiridas pelos teletrabalhadores envolvidos.
Através da experiência piloto PORCIDE II / THINK, a TELEMAN desenvolveu práticas de teletrabalho gerais e específicas a pessoas deficientes, na sua vertente tecnológica e humana. O modelo de organização e coordenação do teletrabalhador é um factor chave para o sucesso do trabalho a partir de casa. Tratando-se de pessoas deficientes, redobram-se as dificuldades. Grande parte da formação profissional dos teletrabalhadores é realizada online, evitando ao máximo as deslocações físicas das pessoas com dificuldades de acessibilidade; fomenta-se o uso de videoconferência para as reuniões de trabalho; desenvolvem-se hábitos de comunicação e colaboração on-line, entre teletrabalhadores, procurando reduzir o sentimento de isolamento, usando como ferramentas básicas o telefone, e-mail, MSN Messenger e Voice Chat; existe um sistema de incentivos à qualidade do trabalho, essencial tanto em termos materiais como psicológicos e um sistema de desenvolvimento profissional do teletrabalhador.
(*) -Terminado
este período os candidatos já têm capacidade
financeira para cobrir todos os seus encargos de
estrutura e gerar lucros. |