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Para esclarecimento de dúvidas, contacte-nos ! Tereza Falcão1. O que é o Projecto THINK?
THINK - Towards Handicap Integration Negotiating Knowledge - é um projecto que irá integrar profissionalmente 300 pessoas deficientes em regime de teletrabalho em cinco países europeus até Julho de 2002. A integração profissional pressupõe a transferência de competências em variados domínios de forma a torná-las produtivas, rentáveis e auto-suficientes usando as tecnologias de informação e comunicação em teletrabalho. O projecto THINK constitui já um modelo tecnológico, organizacional e social, reconhecido na Europa como uma solução inovadora para as pessoas com deficiência.
A missão do projecto é fornecer serviços empresariais de elevada qualidade através de teletrabalho, integrando pessoas deficientes na economia. Ao contrário de outros projectos, este não é um projecto de formação. O nosso objectivo é a integração. A formação é apenas um meio para alcançar os nossos propósitos.
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2. Integração Sustentada: o que significa?
Consideramos que a maior garantia de emprego advém da capacidade profissional de cada um.
Se tiver as competências adequadas, não terá que se preocupar com a segurança de emprego. Conseguirá encontrar sempre oportunidades de trabalho. Esta é uma realidade indesmentível no campo das TI, onde tanto a Europa como os Estados Unidos têm uma grande falta de profissionais.
Acreditamos que se alguém for treinado de maneira a que possa “sobreviver” no mercado como profissional independente, então ele ou ela terá a mais forte garantia de emprego.
Os teletrabalhadores integrados pelo projecto THINK podem trabalhar tanto como empregados de uma empresa como freelancers para várias empresas. A nossa maior preocupação é encontrar uma oportunidade de emprego que seja sustentável a longo prazo e adequada às capacidades dos candidatos – isto não significa uma obrigação, mas sim um compromisso da nossa parte.
É importante esclarecer que a TELEMANutenção (TELEMAN) não dá emprego a deficientes. Integra pessoas no mercado de trabalho, ou seja, disponibiliza formação, infra-estruturas, suporte e a tentativa de assegurar um fluxo de trabalho contínuo, que possibilite aos teletrabalhadores estabelecerem-se prestando um serviço de qualidade.
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3. Quanto é que um indivíduo pode ganhar por mês?
Depende! das suas qualificações pessoais e do tipo de serviço que possa estar apto a fornecer. Depende da performance individual na prestação desse mesmo serviço. Finalmente, depende da sua capacidade individual e do tempo disponível que tem para trabalhar.
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4. Este modelo foi alguma vez testado?
O sucesso alcançado com o decorrido projecto PORCIDE (1997-2000), agora designado PORCIDE I, com a integração de 20 deficientes de todo o país em serviços como Help Desk, Programação, Webdesign, Criação de Templates e Transcrição audio, motivou não só o relançamento em Portugal, desta feita designado por PORCIDE II/THINK, como a exportação deste modelo sócio-económico inovador para cinco outros países. Em Portugal há 60 vagas, 60 em Espanha, 60 em Itália, 40 na Grécia, 20 na Escócia, 20 na Letónia, 20 na Lituânia e 20 na Estónia.

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5. O que foi o projecto PORCIDE? Como funcionou ? Qual foi o seu objectivo?
O Projecto PORCIDE, do qual a TELEMANutenção foi líder, foi um projecto cujo objectivo principal consistiu na integração profissional de vinte deficientes, nos últimos dois anos, de forma a torná-los produtivos, rentáveis e auto-suficientes, utilizando as metodologias de trabalho e o know-how da TELEMANutenção. Este projecto contou com a participação da TELEMANutenção, PT Comunicações (contribuiu com infra-estruturas em telecomunicações), Telepac, Edson Comunicação, Hewlett Packard Portugal (fornecimento de todo o hardware), Microsoft Portugal (fornecimento de todo o software) e Diário de Notícias, que disponibilizou o espaço publicitário.
O projecto PORCIDE serviu de experiência piloto para o actual projecto THINK (Towards Handicapped Integration Negotiating Knowledge), de âmbito europeu.
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6. Que empresas estão envolvidas no projecto?
À semelhança do que aconteceu com o PORCIDE I, o THINK é liderado pela TELEMANutenção. O PORCIDE II/THINK – “braço” português do THINK - é realizado em consórcio com PT Comunicações, MICROSOFT, TELEPAC, HP, Edson/FCB, Diário De Notícias, PWC Consulting, Rumos, Desktop Streaming, 3C, Alcatel e ServerArts.
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7. Que tipo de formação dão aos participantes?
Pessoas com deficiências serão treinadas para serem capazes de desenvolver um serviço profissional de forma autónoma. Dadas as dificuldades de locomoção e acessibilidade da maioria dos nossos candidatos ao projecto, a formação terá lugar online sempre que possível, disponibilizada pelo nosso parceiro de formação - a Rumos - na componente específica - e pela TELEMANutenção nas áreas de coordenação e gestão de teletrabalho. Durante o período de formação os formandos não receberão qualquer tipo de remuneração. A formação é disponibilizada para aumentar as competências individuais dos deficientes, no sentido de os tornar mais qualificados e facilitar a sua integração. Apesar do facto de a formação presencial não ser de frequência obrigatória, é encorajada para que todos os candidatos assistam a pelo menos 85% das aulas.
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8. Todas as pessoas em formação serão integradas?
A TELEMAN irá tentar integrar o máximo possível de pessoas até um limite de 60. Contudo, nem todas as pessoas que iniciaram o processo de formação virão a ser integradas. Apenas aqueles que provarem ser os mais adequados para os serviços disponibilizados, de facto, o serão.
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9. Qual é o papel de cada parceiro do consórcio no projecto?

O consórcio do THINK foi construído de forma a fornecer gratuitamente, durante os primeiros seis meses*, aos teletrabalhadores deficientes toda a infra-estrutura de trabalho de que necessitam para operar na área de trabalho da sua preferência, de forma a que tivessem unicamente de preocupar-se com a prestação do serviço. A PT Comunicações disponibiliza a infra-estrutura de telecomunicações, a HP disponibiliza o hardware (computador, scanner, impressora, modem, zip drive), a MICROSOFT fornece o software, a TELEPAC fornece o serviço de Internet, a EDSON/FCB contribuiu com o serviço de publicidade e marketing, o DIÁRIO DE NOTÍCIAS é responsável pela comunicação do projecto, a PWC Consulting com a área de recrutamento e selecção dos teletrabalhadores, a RUMOS com toda a formação online dos teletrabalhadores envolvidos, a 3C com a sua experiência no mercado português das comunicações, a ALCATEL fornece soluções tecnológicas para a implementação de call centers distribuídos e a Server Arts disponibiliza o alojamento dedicado para o projecto, assim como oportunidades de emprego para teletrabalhadores (Serviço ao Cliente e Suporte Técnico).
À TELEMANutenção cabe fornecer toda a formação inicial e contínua para o serviço, fornecer o sistema de organização e coordenação do teletrabalhador e conseguir os clientes para cada serviço de forma a gerar um fluxo de trabalho estável e agradável ao teletrabalhador. O apoio material assume a forma de um apoio semente, válido para os primeiros seis meses a partir do início de prestação do serviço, período após o qual o teletrabalhador deverá ter adquirido as competências próprias para iniciar o regime autónomo de trabalho.

(*) -Terminado este período os candidatos já têm capacidade financeira para cobrir todos os seus encargos de estrutura e gerar lucros.
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10. Parceiros do consórcio: que perfil?
TELEMAN
Fundador e Coordenador
A TELEMAN é a impulsionadora do projecto THINK. É responsável pelo desenvolvimento e gestão do projecto, assistida pelos parceiros do consórcio para as áreas de publicidade, comunicação, recrutamento e formação.
A nossa missão é contribuir para a integração profissional dos mais desfavorecidos e fortalecer a unidade familiar com base num negócio rentável, de elevada qualidade, global, de serviços empresariais, utilizando uma rede global de teletrabalhadores.

PT Comunicações
Fundador e parceiro de Telecomunicações
A PT Comunicações é co-fundadora do projecto e fornece todo o equipamento de telecomunicações no qual os teletrabalhadores baseiam a sua actividade.

TELEPAC
Internet Service Provider
Fornece uma ligação à Internet a cada teletrabalhador.

Hewlett Packard
Parceiro de Hardware
Fornece o hardware (PC) necessário à operação profissional dos teletrabalhadores.

MICROSOFT
Parceiro de Software

Fornece o software de organização, prestação do serviço e de comunicação do teletrabalhador.
A missão da Microsoft tem sido criar software para computadores pessoais que enriqueçam as pessoas no seu ambiente de trabalho, na escola e em casa. A visão anterior da Microsoft: a existência de um computador em cada secretária e em cada casa está, hoje, associada a um forte compromisso em relação a tecnologias relacionadas com a Internet, que aumentem o poder e alcance dos PCs e seus utilizadores.

PWC Consulting
Parceiro de recursos humanos
Parceiro de recrutamento e selecção para as vagas do projecto de acordo com perfis definidos em conjunto com a TELEMAN.

EDSON/FCB
Parceiro de Publicidade & Marketing
Responsável pela Publicidade e Marketing institucional do projecto.

DIÁRIO DE NOTÍCIAS
Parceiro de comunicação social
Responsável pela publicação de toda a informação relativa ao projecto.

RUMOS
Parceiro de formação online
Responsável pelo design e fornecimento de cursos online para formação inicial e contínua dos teletrabalhadores.

EXPERTCITY, INC
Expertcity, Inc. é líder no fornecimento de acesso remoto baseado na Internet e em tecnologias de suporte ao cliente.
A sua tecnologia DesktopStreaming™, vencedora de vários prémios, permite aos utilizadores visualizar e controlar remotamente um computador via Internet, possibilitando assim funções vitais numa empresa como o suporte técnico baseado na Internet e o serviço e comércio electrónico.

3C – Customer Contact Center, S.A.
Parceiro de formação presencial
A 3C – Customer Contact Center, S.A., líder de mercado no segmento onde actua - “Call Centers” Independentes - traz ao mercado nacional da comunicação a experiência de mais de oito anos na actividade de Marketing Relacional, One-to-One e de práticas de CRM efectuadas em regime de Outsourcing, através da Telebanco.

ALCATEL
Parceiro de Telecomunicações

ServerArts
Parceiro de Web Hosting

11. O que é que acontece ao fim de seis meses?
Todos os teletrabalhadores serão encorajados a continuar a colaboração com a TELEMAN depois do horizonte temporal do projecto. Existem três níveis de competências para cada área de serviço: teletrabalhador, Team Manager e Project Manager. Esta hierarquia oferece perspectivas de carreira atractivas para todos os participantes no projecto.
A estrutura de coordenação da TELEMAN trabalha “lado-a-lado” com os teletrabalhadores envolvidos no projecto, procurando assegurar o melhor desenvolvimento para os teletrabalhadores do THINK, seja sob a forma de reuniões, formação online ou supervisão pessoal das operações e procedimentos de gestão. Este apoio torna-se fundamental na aquisição de competências e autonomia que se pretende sejam adquiridas pelos teletrabalhadores envolvidos.
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12. Onde é que os candidatos seleccionados irão trabalhar?
Todos os serviços serão prestados em regime de teletrabalho, a partir de casa.
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13. Para quem vão os colaboradores trabalhar?
Eles irão tornar-se autónomos e auto-suficientes. A TELEMAN irá tentar assegurar um fluxo de trabalho contínuo, mas não é imperativo que trabalhem exclusivamente para a TELEMAN.
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14. Que áreas de actividade são englobadas no projecto PORCIDE II/ THINK?
Um dos maiores problemas para os teletrabalhadores independentes, deficientes ou não, é comercializar os seus serviços. THINK não só promove os seus serviços como também encontra clientes para os seus serviços. A experiência do PORCIDE demonstrou que o teletrabalho para pessoas com deficiências é inteiramente exequível em serviços como contabilidade, traduções, processamento de texto, computação gráfica, programação, assistência técnica a computadores, atendimento telefónico, entre outros serviços compatíveis com o regime de teletrabalho. Em Portugal há 60 vagas para teletrabalhadores deficientes com capacidade de prestação de serviços numa das seguintes áreas:

• Help desk e Assistência Remota (administração de redes, gestão de software, backups, formação online);
• Processamento de texto;
• Programação;
• Traduções;
• Design Gráfico
• Transcrições;
• Direct Marketing;
• Consultoria.
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15. O projecto tem algum apoio estatal ou da UE?
O projecto PORCIDE foi suportado apenas pelas empresas do consórcio. O THINK irá contar com o apoio da Comissão Europeia e o investimento será de cerca de 1,500,000 Euros para expandir o modelo que desenvolvemos em Portugal, para os outros 7 países que fazem parte do THINK. Ou seja: o apoio comunitário destina-se a organizar o mesmo modelo de parceria em cada país.
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16. As empresas nacionais têm aderido a esta iniciativa?
Felizmente, as empresas não têm demonstrado preconceitos pelo facto dos nossos teletrabalhadores possuírem alguma deficiência. Facilmente percebem que são deficiências que não interferem na qualidade do nosso serviço. O nosso sistema de gestão e monitorização dos teletrabalhores permite assegurar a manutenção dos níveis de qualidade que gostamos de oferecer aos nossos clientes. O caso do Help Desk Microsoft que a Microsoft subcontrata à nossa equipa é ilustrativo da qualidade deste serviço. Em média os teletrabalhadores do PORCIDE II/ THINK têm alcançado mais de 90% de satisfação do cliente.
Outros clientes de referência de qualidade são a Assembleia da República. Para cada um destes clientes colaboramos no desenvolvimento de serviços específicos às suas necessidades, concretamente a implementação de um serviço de transcrição audiotextual. Progressivamente as empresas ganham consciência das possibilidades de outsourcing em teletrabalho para o suprimento das suas necessidades de recursos humanos. Neste momento a procura de recursos humanos em TI é superior à oferta de pessoas com perfil adequado, ainda mais tratando-se de pessoas com deficiência.
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17. Este projecto pode integrar pessoas com todo o tipo de deficiências ou apenas pessoas com deficiências motoras?
Não existem limitações quanto à deficiência compatível com o projecto. Naturalmente algumas deficiências são incompatíveis com muitos dos serviços prestados no âmbito do THINK e por isso terão menores probabilidades de integração.
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18. Ferramentas tecnológicas - quais?
Grande parte da formação profissional dos teletrabalhadores é realizada online, evitando ao máximo as deslocações físicas das pessoas com dificuldades de acessibilidade; fomenta-se o uso de videoconferência para as reuniões de trabalho; desenvolvem-se hábitos de comunicação e colaboração on-line, entre teletrabalhadores, procurando reduzir o sentimento de isolamento, usando como ferramentas básicas o telefone, e-mail, MSN Messenger e Voice Chat; existe um sistema de incentivos à qualidade do trabalho, essencial tanto em termos materiais como psicológicos e um sistema de desenvolvimento profissional do teletrabalhador.
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19. Como encaram este projecto as pessoas com deficiências?
É preciso muita sensibilidade para lidar com pessoas deficientes e, por isso, o projecto reveste-se de cuidados especiais. Muitos encaram-no com desconfiança em virtude das partidas do passado. Outros, candidatam-se com muita esperança e, por isso, um dos cuidados a ter é evitar criar falsas expectativas nos candidatos. Naturalmente existem requisitos mínimos e os melhores serão escolhidos. Por outro lado, quando lhes é dada oportunidade revelam-se muitas vezes profissionais extraordinários.
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20. Qual é o balanço das actividades do PORCIDE?
A experiência do PORCIDE demonstrou que o teletrabalho para pessoas com deficiências é inteiramente exequível. O serviço de Help Desk é um exemplo cabal do sucesso do PORCIDE, já que obteve sistematicamente um Índice de Satisfação do Cliente de cerca de 90%. A universalidade deste modelo económico-social ficará comprovada com a replicação do PORCIDE nos seis países europeus que fazem parte do THINK.
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21. Quais os planos para o futuro?
Dado o interesse demonstrado no projecto por outros países europeus e o impulso dado pela Comissão Europeia à sua expansão, certamente iremos continuar a replicar o THINK. Mas a Europa não será o limite da expansão internacional e nem mesmo a prioridade: iremos a médio-prazo avançar para o Brasil e nos Estados Unidos.
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22. Quem deve responder a questões individuais e ajudar na resolução de algum problema?
Todas as questões relacionadas com o recrutamento e formação devem ser exclusivamente dirigidas para a TELEMAN. O(A) responsável pelo seguimento do processo ajudará em todos as etapas do projecto. A TELEMAN é responsável pela coordenação do projecto.
 

MISSÃO

Fornecer Serviços Empresariais de Elevada Qualidade Através de Teletrabalho, Integrando Pessoas Deficientes na Economia.
 
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